:Coritiba faz protesto contra torcida única em Atletiba e estampa camisa: "Ideia pathetica"

Coritiba faz protesto contra torcida única em Atletiba e estampa camisa: "Ideia pathetica" - Cornelio Digital.com - O Portal da Família
Em clássico na Arena da Baixada, Coxa usa camisa com críticas ao Athletico, que descumpriu liminar do TJD-PR. Em campo, visitantes venceram por 2 a 1, na Baixada

Coritiba faz protesto contra torcida única em Atletiba e estampa camisa: "Ideia pathetica"

O clássico entre Athletico e Coritiba, na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada, foi quente antes, durante e depois. Com a polêmica da torcida única, o Coxa exibiu críticas na camisa sobre a postura do rival. Na frente, os dizeres "Torcida humana: mais uma falácia", e nas costas, "Torcida humana: ideia pathetica". Em campo, a equipe alviverde venceu por 2 a 1.

Antes da partida, o Coxa também se manifestou e classificou a polêmica como "triste capítulo" (veja abaixo).

Após a vitória na casa do rival, o Coritiba continuou criticando a atitude do Athletico, lamentando a proibição dos torcedores de usarem camisa no estádio e não terem setor reservado.
Na chegada à Arena, o presidente do Coritiba, Samir Namur, falou sobre as polêmicas envolvendo Athletico, Coritiba, Ministério Público e TJD-PR.

- No momento em que o presidente do TJD deveria dar efetividade à sua decisão, ele se acovardou. É o dia da morte da justiça desportiva no Paraná. Essa expressão ‘torcida humana’, para o Coritiba, é uma falácia! O que tem de humano você segregar alguém pela cor de sua camisa e pelo time que torce? Tem algo, sim, de fascismo. É nas ditaduras fascistas que alguém não pode usar determinada cor. De humanismo, não tem nada - disse Namur à imprensa.

Em nota, a procuradoria disse que respeita, mas não concordou com a decisão do TJD-PR. A procuradoria destacou também, ainda por nota, que o descumprimento da liminar pelo Athletico "fere os direitos regulamentares e culmina em relevante incerteza com relação à segurança da partida". Além disso, aponta que "as providências cabíveis e necessárias serão futuramente tomadas através da formulação de denúncias pelos descumprimentos da decisão proferida pelo TJD/PR".

O Coritiba, em nota publicada em seu site oficial durante a tarde, repudiou a decisão do TJD-PR em manter o clássico e também criticou a postura do Athletico em relação ao espaço para visitante e a proibição dos torcedores usarem uniformes e cores do Coxa. O clube enfatizou que a medida "estimula todos os clubes a descumprirem as suas decisões", além de destacar que "a partir de agora, disputa-se um campeonato sem justiça desportiva".

O Athletico apenas se posicionou divulgando uma nota atribuída ao Ministério Público do Paraná. Na nota, os destaques eram de que o TJD-PR estava fora de suas atribuições ao questionar a relação do torcedor com o consumidor. Também afirma que a adoção de torcida única foi questionada duas vezes na Justiça Comum, mas sem sucesso.

 

Entenda o caso

Tudo começou na segunda-feira, quando o Athletico divulgou que iria disponibilizar ingressos numerados e espalhados no estádio para os torcedores do Coxa, e sem setorização para os visitantes. Além disso, proibiu o acesso dos rivais com a cor verde, alegando "medida de segurança". O Coxa pediu ingressos para os visitantes, e o Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) decidiu que o Athletico teria que vendê-los.

O Furacão, porém, descumpriu a determinação. Com isso, o TJD-PR determinou que o Athletico não aplicasse a política de torcida única, acatando o pedido da procuradoria do Tribunal e do Coritiba, exigindo que os torcedores alviverdes tivessem um setor reservado e que não fossem proibidos de entrar com materiais alusivos ao Coritiba.

Mesmo com a decisão, o Athletico não iniciou a venda de ingressos específicas para a torcida visitante. Diante da negativa, a procuradoria e o Coritiba entraram com uma nova ação, dessa vez pedindo que o Athletico sofresse sanções. A procuradoria pediu portões fechados, enquanto o Coritiba requereu o W.O do Athletico e suspensão do presidente do clube. O TJD-PR negou pedido de liminar da procuradoria e também do Coritiba, e o clássico foi realizado. O caso será julgado em sessão prevista para o dia 7 de fevereiro.

— Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

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Fonte: Por G1 Minas — Brumadinho
Por: Redação
Data: 01/02/2019 01h05min


    

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